23 de julho de 2017

Conheça Silhuetas na Penumbra, do escritor Rafael Salles


Silhuetas na Penumbra, série escrita por Rafael Sales, une vários dos elementos da literatura fantástica, ou seja, tudo o que é sobrenatural e referente a cultura indígena está presente na história. Atualmente ela é composta por 8 livros, sendo um volume especial - Ritos da Criação - que conta os eventos que antecedem a vida da protagonista da história, Elisa Adágio, e 7 (de 8) contos que falam sobre as origens de cada membro do grupo dos Renegados e também sobre como se deu a sua formação.

Atualmente Ritos da Criação, e 7 dos 8 contos já estão disponíveis para a leitura no Wattpad e Luvbook. Porém, no Luvbook diferente no Wattpad, os contos estão todos disponíveis em um único volume (leia também também Ritos da Criação no Luvbook).

OS LIVROS

Ritos da Criação (volume bônus - introdução ao mundo)

Silhuetas na Penumbra é o tipo de série que foge daquilo que eu normalmente leio. Me lembrou bastante de quando eu era adolescente e lia Percy Jackson e os Olimpianos, as séries são completamente opostas mas se assemelham no quesito mito. Ainda estou lendo lendo Ritos da Criação, que é o livro que explica a origem do mundo, e de todos os seres que nele vivem (seja humanos, ou pertencentes ao Reino da Ordem ou do Caos). Vi muita semelhança com alguns mitos já conhecidos, mas muita coisa é fruto do próprio autor (e aja imaginação para criar um mundo tão complexo quanto). Achei bem interessante fugir um pouco da minha rotina de romances/ficção adolescente e embarcar em um gênero diferente.


Se você estiver curioso(a) para saber mais sobre a série, pode clicar aqui e visitar o blog de Silhuetas na Penumbra, onde tem bastante informação sobre como se originou a ideia da escrita da série, o enredo principal, os contos, novidades sobre, e também outros escritor do autor.

Você já conhecia a série? Não? Sim? Quais foram as suas primeiras impressões sobre? Comentem aqui, irei adorar ler os comentários de vocês <3

16 de julho de 2017

A casa está em obras

Foto: Yoann Boyer

Oi! Seja bem-vindo, só não repara na bagunça. Pois é, a casa está em obras. Decidi mudar algumas coisas por aqui. Espero que não se incomode. E se incomodar, desculpa, mas a porta é logo ali. 

Não pretendo mais manter encaixotadas todas as coisas boas que recebi da vida, e muito menos deixar aparente as coisas que já não cabem mais em mim. Por muito tempo deixei a minha casa do mesmo jeitinho. No início ela era exatamente o que eu queria, mas depois com novas vivências, novos conhecimentos, ela foi ficando bagunçada. Cheia de entulho. Já não sabia mais o que era útil ou não. O que era belo ou não. 

Foi revendo tudo que percebi que muita coisa já não me servia mais, que muita coisa já não me valia mais. A validade já tinha vencido e pro lixo aquilo ainda não havia ido. Foi ai que percebi que alguma coisa estava errada. Era preciso mudar. Reformar. Colorir de novo. 

Me vi entre sacolas de lixo, desinfetante, vassoura, rodo e pano. Me vi rodeada de muita coisa, me vi entre decisões. O que eu precisava manter? O que eu precisava jogar fora? O que era utilizável? O que não? 

Foi no meio de toda essa bagunça que eu me encontrei. Muita coisa já saiu, muita coisa já está no seu devido lugar, mas muita coisa ainda precisa ser organizada. Como você pode ver, ainda não terminei, estou em reforma e sem prazo para acabar.

6 de julho de 2017

Das coisas que eu abri mão

Foto: Matthew Henry

Sou sempre assim, começou as aulas, adeus mundo. Minha vida gira em torno dos estudos desde os 7 anos (ou seria 6?). Sem pausa. Apenas mais e mais coisas ao longo do tempo. Eu gosto disso. As vezes (várias delas) canso, mas não desisto. Nunca. 

Abro mão de muita coisa para me dedicar ao meu sonho. Igreja, saída com os/as amigos/as, cinema, encontros. Muita gente consegue fazer tudo isso, eu não. Talvez eu até consiga, mas não com o mesmo rendimento. E rendimento pra mim é tudo. 

Eu sei o que eu quero, e estou disposta e sacrificar algumas coisas. As vezes é preciso. Desde que não me faça mal, é claro. 

Não me importo se passo os meus fins de semana trancada no meu quarto lendo e fazendo trabalhos. Pois no final sempre vale a pena. E é por isso que eu não desisto, continuo firme. Muita gente não entende esse fascínio por boas médias, mas elas mostram o meu esforço. E isso não diz nada sobre ser melhor que o outro. Não. É apenas aquela recompensa interna por ter dado o meu melhor . E veja, o melhor depende muito do momento interno no qual estamos vivendo, portanto, o melhor, nem sempre é O MELHOR, mas é o melhor que podíamos para o momento. E isso já conta muito. 

Esse primeiro semestre de 2017 foi bom, cansativo, exaustivo, mas bom. Passei por algumas crises existenciais, até compreensíveis, afinal, sou humana. Pela primeira vez fiquei ansiosa por causa de uma prova e tive que tomar chá para me acalmar antes de ir para a universidade, reprovei em uma das seis matérias, passei nervoso por um bocado de trabalhos, e consegui uma bolsa no PIBID. Foi um semestre um pouco complicado, mas que deu certo no final. 

O que eu quero dizer com isso tudo? Que o blog está de volta, com uma maior frequência de posts até que as aulas voltem novamente e me faça voltar para o meu mundinho particular dos trabalhos. Até lá, espero por você aqui no blog sempre. Obrigada por acompanhar o VP e não desistir dele nos meus momentos de pausa <3

LEIA TAMBÉM: Você consegue sim!

13 de junho de 2017

De todos os amores, o próprio

Foto: Guillaume Bolduc

Há pessoas que mesmo perto, se sentem longe. Que mesmo acompanhadas, se sentem sozinhas. Que mesmo amadas, não se sentem completas. Que mesmo sorrindo e recebendo sorrisos, são um puro vazio inexpressivo. Há pessoas de todas as formas e jeitos. Todas elas com alguém ao lado para chamar de meu/minha. Na verdade nem todas elas. Pois algumas são apenas elas por elas. Sem encosto. Sem adição, subtração, divisão ou multiplicação. Apenas elas. Mas não pense que por estarem só, essas pessoas estão de fato só. Não é porque não estão acompanhadas, que são infelizes ou merecedoras de olhares piedosos. Não é porque não somam dois, que o cálculo deu errado.

A vida é muito mais que estar ao lado de uma pessoa porque segundo os outros já está na hora de você encontrar alguém para compartilhar o mundo. É muito mais que postar uma foto acompanhado(a) nas redes sociais no dia dos namorados com um legenda fofa e #hashtags legais. É muito mais que isso! 

É preciso se amar primeiro, para só então amar ao outro. É preciso se conhecer primeiro, para só depois conhecer o outro. É preciso se sentir completo, para só então expandir o limite de capacidade. É preciso ser feliz sozinho, para depois fazer a felicidade do outro. Porque se não for assim, como será? Como poderemos amar alguém se nós mesmos não nos amamos?  Como poderemos conhecer ao outro, se nós nos desconhecemos? Como querer se sentir completo ao lado do outro, se só, era incompleto? Como ser feliz ao lado de alguém, se não é capaz de ser feliz sozinho? Como? Não é possível, a conta não fecha, dá erro. 404 not found.

Não adianta querer ter vários amores, se o mais importante deles você não tem. Não adianta insistir em um relacionamento que no fim você sabe que vai dar errado pela falta de algo. Algo esse que muitas vezes nem é problema do outro. É problema meu. É problema seu. 

Busque o amor próprio antes de buscar o amor do próximo. Porque de todos os amores, esse é o que importa.

LEIA TAMBÉM: A melhor versão de mim mesma